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O que diz a cor do automóvel sobre si? Estudo da Mazda explica-lhe tudo

Estudo da marca nipónica, agora apresentado, revela o que as cores da carroçaria dos veículos dizem sobre os seus proprietários. As conclusões são surpreendentes.

Cor. Ainda antes da forma, a cor. Essa é a primeira característica que salta à vista desarmada num automóvel. Uma tonalidade certa pode ajudar a vincar a personalidade do veículo, fazê-lo sobressair na estrada. Ou, pelo contrário, disfarçá-lo com a própria natureza.

Estudo da Mazda, agora revelado, vai ainda mais longe e explica o que a escolha de determinada cor significa para quem a seleciona. “Talvez ainda mais importante, é o facto de essa escolha permitir que os clientes possam expressar algo sobre si próprios ou sobre a sua relação com o automóvel. Os esquemas de cores progressivas remontam aos primeiros modelos da Mazda”, afirma a marca em comunicado oficial.

“O Mazda R360 Coupé, o primeiro automóvel ligeiro produzido em série pela marca, chegou ao mercado em 1960 com uma seleção de cores refrescantes, incluindo tons como verde-menta, azul-celeste e vermelho-vivo, transmitindo dinamismo e oferecendo uma variedade de tons. O modelo incluía ainda algumas opções a duas cores, no que era uma raridade entre os microcarros da época”, pode ler-se no mesmo documento.

“Nos anos seguintes, a Mazda continuou a propor opções de cores fora do comum, avançadas em termos de conceito, como a aplicada ao icónico Mazda Luce, por exemplo, disponível com elegantes acabamentos em tons dourado e prateado”, continua a marca nipónica.

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“De igual modo, o Mazda MX-5 tem vindo a colorir, ao longo dos últimos 30 anos, as estradas com um conjunto de cores vivas, entre elas o clássico ‘Racing Green’ e o ardente ‘Racing Orange’, exclusivo da versão ‘30.° Aniversário’, pelo que os fãs do icónico desportivo dispuseram sempre de uma ampla palete de cores inéditas”, revela.

“Então como agora, a maioria opta por comprar automóveis numa cor que pareça corresponder à sua identidade pessoal: nas culturas ocidentais, por exemplo, o vermelho transmite qualidades como a ousadia e o dinamismo, cor que há muito tem um significado especial para a Mazda e para os seus leais fãs”, afirma.

“Por outro lado, um tom mais escuro, como o ‘Azul Crystal’, exprime uma sensação de serena sofisticação. Já o ‘Preto’, significa individualidade e autoconfiança, ao passo que os tons verdes representam naturalidade, descontracção e alegria”, acrescenta ainda o comunicado.

Em geral, as cores brilhantes e vibrantes sugerem “jovialidade, enquanto as cores neutras e mais escuras exalam um ar de elegância e moderação”, pode ler-se. “Conduzir um automóvel desportivo verde-lima é uma clara afirmação de alguém que pretende fazer-se notado, enquanto um SUV Mazda CX-30 na cor ‘Cinza Ceramic’ pode sugerir gostos mais discretos”, acrescenta.

Em determinados mercados, as tradições e os valores culturais têm grande impacto na popularidade das cores. “O preto, por exemplo, foi a segunda cor automóvel mais popular em 2020 a nível mundial. Mas, se na Europa e no Japão mais de 20% dos automóveis recém-registados conta com essa tonalidade mais escura, essa percentagem é de apenas 10% na América do Sul e de cerca de 2% na Índia”, afirma a Mazda.

Por outro lado, “o branco está no topo da lista em todas as regiões, exceto numa: a Europa. Neste continente, há um tom neutro que ganha força nos últimos anos: em 2020, 29% dos automóveis novos eram cinzentos, uma cor que há já alguns anos goza de enorme popularidade, em especial nas áreas da moda, tecnologia e design, não mostrando sinais de abrandamento”, diz.

O cinzento consegue, assim, manter-se simultaneamente “intemporal e muito moderno, tornando-o na escolha perfeita para um investimento de longo prazo, como é o caso de um automóvel”, adianta a Mazda.

E conclui: “Como a procura de automóveis, nessa cor, mantém-se elevada, a Mazda tem vindo a expandir a sua palete de tons de cinzento de modo a disponibilizar aos clientes uma mais ampla hipótese de escolha, nomeadamente através das opções ‘Polymetal Grey’ e ‘Cinza Machine, que lhes permitem partilhar a sua paixão por belas proporções, linhas fluidas e contornos dramáticos, assente numa seleção de cores única, mais discreta”.

Mais sobre a Mazda aqui.

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