“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Manfred Wolf, um líder notável e membro de longa data da comunidade MANN+HUMMEL”, adianta a empresa alemã, em comunicado.
“Com a sua saída, a MANN+HUMMEL perde não só um antigo diretor-geral, mas, também, uma personalidade extraordinária que moldou a empresa de forma profunda ao longo de muitos anos”, lamenta.
Segundo revela, “Manfred Wolf ingressou na MANN+HUMMEL em 1995, assumindo, inicialmente, a responsabilidade pela área de aftermarket. Em 1998, tornou-se membro da equipa de Direção Executiva”.
No mesmo documento, pode ler-se: “Até deixar o Conselho de Administração, em março de 2016, desempenhou um papel decisivo no desenvolvimento da empresa durante anos cruciais. Com coragem, determinação e visão empreendedora, deixou uma marca indelével, particularmente na expansão e no sucesso do negócio global de aftermarket”.
De acordo com a MANN+HUMMEL, Manfred Wolf exigia para si os mesmos padrões elevados que esperava dos outros e da empresa. Exigia muito, mas nunca mais do que estava disposto a dar de si próprio. A sua liderança caracterizou-se pela clareza, convicção e imparcialidade”.
Dimensão humana
E vai mais longe: “Para muitos colegas, Manfred Wolf era muito mais do que um executivo sénior. Era um mentor, um conselheiro de confiança e uma fonte de inspiração cuja influência se estendia muito para além da sua função formal”.
O comunicado dá ainda conta que Manfred Wolf “acreditava, profundamente, em colocar as pessoas certas nos lugares certos, em capacitar os outros e em colocar sempre o cliente no centro de tudo o que a empresa fazia”.
Além disso, “tratava as pessoas com respeito, sinceridade e abertura — sempre direto na sua comunicação, embora acessível, e frequentemente com sentido de humor subtil. Muitos recordam-no como alguém que inspirava confiança, incentivava o crescimento pessoal e liderava pelo exemplo”.
A concluir, refere que “mesmo após deixar as suas responsabilidades operacionais, Manfred Wolf manteve-se, intimamente, ligado à MANN+HUMMEL como representante dos acionistas e membro do Conselho Fiscal — uma expressão da sua extraordinária lealdade e profundo vínculo com a empresa”.
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