A Fundação Moeve renovou a sua parceria com a Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza), no âmbito do programa “Criar Bosques”, mantendo o compromisso com a conservação ambiental e a recuperação de ecossistemas florestais em Portugal.
No âmbito desta colaboração, a Fundação Moeve apoiou, este ano, a “plantação de 2.500 pinheiros-bravos na Mata Nacional de Leiria, uma das áreas florestais mais emblemáticas do país e, também, uma das mais afetadas por incêndios na última década, bem como pela recente tempestade Kristin”, revela o comunicado.
Ação anual
Esta intervenção, assinalada no Dia Mundial do Ambiente, “representa a maior ação anual realizada no âmbito da parceria e permitirá recuperar cerca de três hectares adicionais de floresta, contribuindo para a regeneração de um território de elevada relevância ecológica, ambiental e histórica”, adianta a fundação.
Desde o início da colaboração entre a Fundação Moeve e a Quercus, em 2020, “já foram plantadas mais de 7.000 árvores na Mata Nacional de Leiria”. Com esta nova fase, o total acumulado ascende a 9.550 pinheiros-bravos, abrangendo cerca de 10 hectares de área reflorestada.
A iniciativa integra a estratégia de sustentabilidade da Fundação Moeve, que visa gerar “impacto positivo nos territórios onde atua, através de projetos ambientais com benefícios concretos para as comunidades e para a preservação da biodiversidade”, sublinha.
Futuro sustentável
“Acreditamos que a transição para um futuro mais sustentável exige ações concretas e continuadas. Esta parceria com a Quercus é um exemplo disso. Ao longo dos últimos seis anos, temos contribuído para a recuperação da Mata Nacional de Leiria, ajudando a restaurar um património natural de enorme valor ecológico, ambiental e histórico”, afirma Cláudia Soares-Mendes, diretora de marketing e comunicação da Moeve Portugal.
“Num momento em que esta região enfrenta, também, os impactos provocados pela tempestade, torna-se ainda mais importante unir esforços para acelerar a recuperação da floresta e aumentar a sua resiliência para o futuro”, acrescenta a responsável.
Por sua vez, Paula Nunes da Silva, coordenadora do projeto “Criar Bosques”, da Quercus, destaca a importância do “envolvimento contínuo da sociedade civil na recuperação da floresta e na prevenção de riscos ambientais futuros”.
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