AION UT estreia-se em Portugal com até 622 km de autonomia urbana

Novo elétrico compacto da GAC aposta em espaço, tecnologia e preço competitivo para crescer no mercado europeu.
Check-up Media AION UT

A GAC apresentou, oficialmente, em Portugal, o AION UT, o segundo modelo 100% elétrico da marca no mercado nacional e aquele que se assume como a principal proposta do fabricante chinês para conquistar espaço na Europa.

Revelado em Lisboa, sob o conceito “Mais do que imaginas”, o novo compacto elétrico foi desenvolvido para “responder às exigências da mobilidade urbana europeia, combinando design italiano, produção europeia e tecnologia elétrica de última geração”, adianta a marca.

Autonomia de 622 km

Desenhado no GAC Advanced Design Center, em Milão, e produzido pela Magna, na Áustria, o AION UT surge equipado com uma bateria de 60 kWh e anuncia uma autonomia urbana até 622 km em ciclo WLTP.

Disponível nas versões Premium Green, Premium e Luxury, o modelo aposta num interior tecnológico com painel de instrumentos digital de 8,88” e ecrã tátil central de 14,6”, incluindo controlo por voz online e múltiplas funções de conectividade.

Check-up Media AION UT rear
A partir de €26.560

“Com uma distância entre eixos de 2.750 mm, o AION UT destaca-se ainda pelo espaço interior acima da média do segmento, incluindo uma bagageira até 440 litros, expansível até 1.600 litros”, sublinha a marca.

Na segurança, o compacto elétrico integra sistemas avançados de assistência à condução de nível 2, como travagem autónoma de emergência, cruise control adaptativo, assistente de manutenção na faixa e deteção de ângulo morto. A estrutura das portas em dupla argola e os airbags laterais de cortina em forma de ”V” reforçam, igualmente, a proteção dos ocupantes.

Outro dos destaques passa pela “capacidade de carregamento rápido, permitindo recuperar a bateria dos 30 aos 80% em apenas 24 minutos em corrente contínua”, acrescenta a mesma fonte.

O novo AION UT chega ao mercado português com um preço de campanha desde €26.560, excluindo despesas de legalização e transporte, posicionando-se como uma alternativa direta aos principais compactos elétricos europeus.

Mais sobre a AION aqui.

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