powered by

O que acontece ao vidro do carro depois de substituído?

Com a ajuda da Glassdrive, fomos descobrir como funciona a reciclagem de vidro automóvel e por que razão permite ela poupar recursos naturais.
Check-up Media Glassdrive recycling

Quando se fala em reciclagem de vidro, a maioria das pessoas pensa nos ecopontos de vidrão, onde se depositam garrafas e frascos. “O vidro automóvel segue, no entanto, um percurso próprio, com processos e parceiros especializados, precisamente porque a sua composição e a forma como é usado no carro são diferentes de uma simples embalagem”, adianta a Glassdrive.

“O para-brisas é feito de vidro laminado, composto por duas camadas de vidro unidas por uma película plástica, enquanto os vidros laterais e traseiros são, geralmente, de vidro temperado”, acrescenta.

Segundo explica, “nenhum dos dois pode ser misturado com o vidro de embalagem recolhido nos ecopontos. Por isso, a reciclagem de vidro automóvel depende de circuitos próprios, com empresas especializadas na triagem e no tratamento deste tipo de material”.

Na Glassdrive, 100% dos para-brisas substituídos são encaminhados para reciclagem, através de parceiros certificados com cobertura nacional. “Só em 2024, foram recolhidas cerca de 1.150 toneladas de vidro automóvel para este fim, um volume que dá uma ideia da escala deste processo em Portugal”, revela a empresa.

Do centro ao calcim

Depois de recolhido, o vidro é triturado e transformado em calcim, um material que pode voltar a entrar como matéria-prima na produção de novo vidro. “É este passo que fecha o ciclo: em vez de terminar em aterro, o vidro do carro pode dar origem a novos produtos”, sublinha.

Check-up Media Glassdrive repair

E vai mais longe: “Os fragmentos de vidro automóvel processados podem voltar a ser usados na produção de vidro plano, transformados em lã de vidro para isolamento de edifícios, ou incorporados em vidro oco, como o utilizado em garrafas. Cada um destes destinos reduz a necessidade de extrair matéria-prima nova”.

Reintroduzir vidro triturado num forno em vez de matéria-prima virgem poupa, em média, cerca de 300 kg de CO2 por tonelada reintroduzida, além de 850 kg de areia.

“Para se ter uma ideia da escala: produzir uma tonelada de vidro novo exige cerca de 1,2 toneladas de matéria-prima, da qual 850 kg é areia. Cada tonelada de vidro automóvel reciclada representa, por isso, uma poupança direta de recursos naturais”, pode ler-se no mesmo documento.

Parte de um ciclo maior

A reciclagem é apenas uma das frentes do compromisso da Glassdrive com a sustentabilidade, que passa, também, por dar prioridade à reparação face à substituição, sempre que as condições de segurança o permitam.

“Como marca do Grupo Saint-Gobain, presente em toda a cadeia do vidro, ‘desde a areia até à mão’, a Glassdrive tem visibilidade sobre o impacto de cada etapa e responsabilidade em reduzir, reciclar e operar de forma mais eficiente em cada centro”, refere.

Check-up Media Glassdrive repair

“Da próxima vez que substituir o para-brisas do carro, o condutor pode ficar tranquilo: esse vidro não termina o seu percurso ali. Volta a entrar num ciclo de produção que evita a extração de recursos naturais e reduz o impacto ambiental do setor automóvel”, dá conta.

Na Glassdrive, a substituição de vidros é realizada por técnicos especializados, seguindo procedimentos rigorosos e utilizando adesivos de elevada qualidade, de acordo com as especificações dos fabricantes, com todo o vidro substituído encaminhado para reciclagem através de parceiros certificados.

“A Glassdrive utiliza vidros com qualidade equivalente ao original, produzidos segundo os mais elevados padrões europeus. Integrando o Grupo Saint-Gobain, garante soluções que asseguram a máxima segurança, qualidade e durabilidade em cada intervenção”, conclui.

Mais sobre a Glassdrive aqui.

artigos relacionados

Últimas

Em estrada

Atualidade

Atualidade