Sparkes explica tudo sobre óleo da caixa de velocidades

Manutenção preventiva e lubrificação correta podem evitar avarias graves e reparações dispendiosas na transmissão. A Sparkes explica tudo.
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A Sparkes & Sparkes (ou, simplesmente, Sparkes) está a alertar os condutores para um dos temas mais ignorados na manutenção automóvel: o óleo da caixa de velocidades.

“Enquanto muitos automobilistas se preocupam, sobretudo, com o óleo do motor, a transmissão acaba frequentemente esquecida, apesar de desempenhar um papel essencial no desempenho, conforto e durabilidade do veículo”, adianta a empresa especialista na reconstrução de caixas de velocidades.

Erros comuns

“Responsável por transmitir a potência do motor às rodas, a caixa de velocidades depende, diretamente, de uma lubrificação adequada para funcionar em condições ideais”, explica.

“O óleo não serve apenas para reduzir o atrito entre componentes móveis metálicos. Tem, também, funções fundamentais na dissipação de calor, na proteção contra corrosão e na prevenção do desgaste interno das peças”, sublinha a empresa.

Segundo a Sparkes, “um dos erros mais comuns passa pela utilização de lubrificantes que não cumprem as especificações definidas pelo fabricante”, alerta.

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“Cada transmissão foi concebida para trabalhar com um tipo específico de óleo. Ignorar esse requisito pode provocar dificuldades nas mudanças, ruídos anormais, sobreaquecimento e desgaste prematuro”, afirma.

Mesmo quando é utilizado o óleo correto, a sua substituição periódica continua a ser indispensável. “Com o tempo e a utilização, o lubrificante perde propriedades importantes, acumula partículas metálicas e deixa de garantir a mesma proteção térmica e mecânica”, explica.

“O problema é silencioso e, muitas vezes, só se torna evidente quando surgem falhas graves ou custos elevados de reparação”, reforça a empresa liderada por Diamantino Costa.

Sinais de alerta

Como recorda a Sparkes, “os especialistas recomendam, de forma geral, a substituição do óleo da transmissão entre os 60 mil e os 120 mil km, dependendo do tipo de veículo e das condições de utilização”.

Mais: “Em casos de reconstrução da caixa de velocidades ou sinais de funcionamento irregular, a manutenção deve ser antecipada”, defende ainda a Sparkes.

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Entre os principais sinais de alerta, destacam-se “dificuldades em engrenar mudanças, vibrações, ruídos metálicos e sensação de esforço durante a condução. Ignorar estes sintomas pode transformar uma simples manutenção preventiva numa intervenção complexa e dispendiosa”, avisa.

Lubrificantes FUCHS

“A Sparkes trabalha com lubrificantes FUCHS, reconhecidos pela elevada resistência ao desgaste, estabilidade em temperaturas extremas e capacidade de proteção ao longo do tempo. A qualidade do óleo tem impacto direto na longevidade da transmissão”, enfatiza.

Num momento em que os custos de reparação automóvel continuam elevados, “a manutenção preventiva da caixa de velocidades assume-se como uma das formas mais eficazes de prolongar a vida útil do veículo e evitar avarias inesperadas”, conclui a Sparkes.

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