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TomTom atenta aos desafios da mobilidade elétrica

Especialista em tecnologias de localização analisou as principais preocupações dos condutores no momento de comprar um veículo com zero emissões poluentes. E quer participar no debate.

Para onde caminha a mobilidade urbana? A TomTom, especialista em tecnologias de localização, está intimamente ligada ao futuro da condução através do seu compromisso com a eficácia e segurança. E quer fazer parte do debate.

“O trânsito e as emissões dos veículos são um dos desafios mais importantes que existem nos centros urbanos, onde termos como espaços verdes, contaminação acústica e qualidade do ar são mais importantes do que nunca. As emissões por parte de transportes rodoviários são responsáveis por 17% do total de emissões de CO2 do ser humano. Os veículos totalmente elétricos reduzem este impacto ambiental em cerca de 70%”, começa por afirmar a TomTom.

E lança uma questão: “Existem soluções que aliviam o problema acima mencionado de forma significativa. Mas o que impede os consumidores de optarem por veículos elétricos?”. Para, de seguida, partilhar a sua visão sobre o assunto: “A falta de estações de carregamento é um dos elementos que mais dissuadem os compradores a adquirir este tipo de veículos”.

Segundo a TomTom, “habituámo-nos a abastecer o carro em qualquer bomba de gasolina ou estação de serviço sempre que necessário, sem pensarmos demasiado na gestão que temos de fazer até ficarmos sem combustível. Isto acontece porque há muitos postos de combustível espalhados por todo o território nacional. Mas o mesmo não acontece com postos de carregamento para elétricos”.

E desenvolve: “Deparamo-nos com frequência com o risco de não existir nenhum posto de carregamento na rota que escolhemos fazer”. Mais: “Este fenómeno denomina-se range anxiety, ou seja, o medo de que um veículo elétrico perca a bateria. A autonomia é uma das características que os compradores mais analisam, mas é sempre necessário recarregar”, reitera.

Onde param as estações?

“Haverá uma estação de carregamento quando precisamos dela”, pergunta a especialista em tecnologias de localização. E recorda, a propósito: “Ferramentas como os mapas em tempo real da TomTom ajudam os condutores a gerir este tipo de situações. Não só porque mostram a localização das estações de carregamento e permitem planear a rota antecipadamente, mas, também, porque fornecem informação sobre a estrada, limites de velocidade, graus de inclinação, desvios e estado do trânsito em tempo real. Toda esta informação serve para que os veículos sejam capazes de gerir a sua bateria”.

Por exemplo, “se o condutor se dirigir a uma estação de carregamento rápido, o veículo pode preparar a bateria antecipadamente para aumentar a velocidade da recarga”, dá conta ainda. “Da mesma forma, um veículo híbrido pode consumir mais energia numa subida se souber que logo a seguir há uma descida onde pode recarregar a bateria. Os sistemas de navegação modernos são capazes de ter em conta fatores como o estilo de condução para tomar decisões totalmente personalizadas que afetam a eficiência energética do veículo”, acrescenta a TomTom.

Mais: “A importância dos mapas em alta definição, como os da TomTom, resulta não só na possibilidade de os condutores o consultarem, decidir as suas rotas e planificar trajetos, como, também, fornecem informação ao veículo para melhorar a segurança e eficiência, otimizando os recursos, poupando energia e reduzindo a pegada ecológica”, frisa a empresa.

Mercado nacional

“Como está o mercado dos veículos elétricos em Portugal”, atira a TomTom, em comunicado. “Embora seja dos países da Europa com menos incentivos à compra de veículos elétricos, Portugal é o país com a quinta maior percentagem de venda de carros elétricos da Europa, de acordo com o relatório Mission (almost) accomplished, da Federação Europeia de Transporte e Ambiente”, adianta.

“Os veículos elétricos são o futuro dos automóveis e um dos pilares na hora de reduzir a poluição nas nossas cidades. Os cidadãos estão consciencializados, mas é certo que existem demasiadas incertezas e obstáculos que impedem a sua implementação. É necessário que haja investimentos para incentivar a compra, mas, também, que exista uma infraestrutura que permita que os motoristas destes automóveis circulem com a garantia de que serão bem cuidados e terão um serviço comparável ao que, agora, têm com os carros movidos a combustíveis fósseis”, refere.

No primeiro semestre de 2020, 11% de todos os veículos vendidos em Portugal eram elétricos. Nos primeiros lugares da lista, estão os Países Baixos (13%), a Finlândia (15%), a Suécia (26%) e a Noruega, em primeiro lugar, com 68%, sendo o único país na Europa onde os elétricos representam mais de metade do total de carros vendidos.

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