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“O que é que o Chapéu do Napoleão e o aftermarket têm em comum?”

Na ponta esquerda do chapéu, podemos imaginar uma linha horizontal de um gráfico, que pode coincidir com o início de vida da peça, que será aplicada num veículo acabado de lançar.

Napoleão Bonaparte foi um militar e líder político francês que desempenhou um papel significativo durante a Revolução Francesa e nas décadas seguintes. Nascido na Córsega, em 1769, rapidamente ascendeu nas fileiras do exército durante a Revolução Francesa, tornando-se num general com apenas 24 anos.

O legado de Napoleão Bonaparte é bastante complexo. Por um lado, é recordado como um estratega militar brilhante, responsável por inúmeras reformas legais e administrativas, mas, também, como uma figura controversa devido à sua ambição imperialista e à imposição do seu domínio sobre grande parte da Europa.

O chapéu, que, por norma, se associa a Napoleão Bonaparte, é o chamado chapéu bicorne. Este tipo de chapéu dispunha de duas abas, dobradas para cima e presas por um cordão ou uma fita, criando uma forma distintiva de “dois chifres”. O bicorne era um elemento característico do traje militar da época e tornou-se num símbolo associado a Napoleão e à sua era.

Era usado en bataille, ou seja, com as pontas paralelas aos ombros, ao contrário da maioria dos seus oficiais, que usavam os chapéus en colonne, ou seja, perpendiculares aos ombros. Napoleão Bonaparte era frequentemente retratado utilizando esse chapéu em retratos e representações históricas. O bicorne fazia parte do uniforme militar da época, especialmente durante o período em que Napoleão era um líder militar e político ativo em França.

Se olharmos para este chapéu, podemos, através dele, imaginar um gráfico com uma grande curva ascendente, que coincide com o espaço onde cabia a cabeça de Napoleão, e, depois, descendente. Na ponta esquerda do chapéu, podemos imaginar uma linha horizontal de um gráfico, que pode coincidir com o início de vida da peça, que será aplicada num veículo acabado de lançar.

Como é muito recente, a curva ainda não é proeminente, uma vez que está ainda no início e é cedo. Ao fim de poucos anos, três ou quatro de vida do veículo, o aftermarket já tem condições para ter essa mesma peça desenvolvida e, a pouco e pouco, a linha começa a ascender e a tornar-se numa curva, tal como a zona esquerda do chapéu do Napoleão.

O ponto alto da curva coincide com o topo do chapéu e é o momento alto da peça que, por sua vez, coincide com o apogeu do veículo, sendo já um veículo perfeitamente estabelecido no mercado e onde o aftermarket tem espaço para ter aquela mesma peça desenvolvida e em perfeitas condições de ser comercializada diariamente.

Passados alguns anos, a curva começa a decrescer, coincidindo com o lado direito do chapéu de Napoleão. Aqui, a peça deixa de ser alvo do interesse de outrora, havendo cada vez menos pessoas a quererem adquiri-la e o mercado deixa de considerá-la um artigo de elevada rotação. Depois da queda, entramos na estabilização, em baixa, e a continuidade do normal envelhecimento do veículo até este se tornar num clássico, dando lugar a uma linha horizontal.

É o fim de vida da peça. Esta fase coincide com a parte plana do chapéu, do lado direito, terminando da mesma forma como começou, numa simetria quase perfeita, tal como o chapéu utilizado por Napoleão nas suas estratégias e batalhas.

Felizmente, como o aftermarket é um mercado em constante evolução e desenvolvimento, existem mais chapéus, mais curvas ascendentes e descendentes e todas as peças se tornam numa oportunidade no presente e no futuro!

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