“A descarbonização está em curso. Como é feita? Desde 2018, a SKF Índia investiu 24,8 milhões de rúpias (cerca de €286.000) em energia solar e dispõe de uma participação acionista de 26% na herdade solar que abastece a nossa fábrica de Pune”, pode ler-se na nota publicada na página oficial de Facebook da SKF.
“Atualmente, a unidade adquire 35% da sua energia a partir de herdades solares, enquanto a fábrica de Bangalore recebe 90% das suas necessidades gerais de eletricidade de fontes movidas a energia solar”, acrescenta a empresa.
Mais: “Em 2030, todas as nossas fábricas terão alcançado emissões líquidas isentas de Gases com Efeito de Estufa. O que significa que a quantidade produzida desses gases não excede a quantidade removida – das nossas operações ou da atmosfera”.
E conclui: “A energia das nossas fábricas na Índia foi gerada, originalmente, pela queima de carvão, o que resultou em elevadas emissões de carbono. A mudança parcial da energia térmica para energia solar resultou numa redução das emissões de CO2 de cerca de 12 mil toneladas por ano, o equivalente a, aproximadamente, 28 mil barris de petróleo. Isto é progresso”.
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