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Repsol tem licença para inovar (tecnologicamente) na China

Empresa assina licença para criar unidade de óxido de propileno e de monómero de estireno. E outras duas de polióis flexíveis e poliméricos. Tudo na China.

A Repsol acaba de anunciar um novo acordo de licenciamento da sua tecnologia para construir três unidades na província de Jiangsu, na China. O acordo inclui uma unidade de 200.000 toneladas, por ano, de óxido de propileno (PO) e 450.000 toneladas, por ano, de monómero de estireno (SM), bem como duas unidades com uma capacidade de produção agregada de 125.000 toneladas/ano, tanto de polióis poliéteres flexíveis (PPG) como de polímeros (POP).

Além disso, a empresa pretende continuar a colaborar com este licenciado em iniciativas adicionais para reforçar o seu posicionamento no mercado chinês. A Repsol dispõe de tecnologia de ponta na produção de óxido de propileno, estireno e polióis. Este acordo soma-se aos três acordos de licenciamento de tecnologia anteriores na China, que existem desde 2013.

A primeira unidade de óxido de propileno/monómero de estireno (PO/SM) e a primeira unidade de poliol em Puertollano, Espanha, no início dos anos 70, foi a primeira unidade, desta natureza, construída no mundo.

Mais tarde, no início dos anos 2000, a Repsol construiu uma segunda unidade de PO/SM, que duplicou a capacidade da instalação original e uma unidade adicional de polióis, ambas em Tarragona. A capacidade de inovação da Repsol resulta da base na especialização e experiência adquirida no Repsol Technology Lab, um exemplo de um dos modelos privados de I&D mais vanguardistas em Espanha e um dos maiores da Europa.

Refira-se que o óxido de propileno e monómero de estireno são matérias-primas para produtos como polióis, glicóis, poliestireno, poliestireno expandido (EPS), acrilonitrilo butadieno-estireno (ABS) e borracha sintética.

Repsol licença China

“Estes produtos são utilizados em objetos do quotidiano que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida, tais como cosméticos e produtos de higiene pessoal, e em elementos de conforto habitacional, tais como isolamento e materiais de cobertura, que contribuem para a sustentabilidade através da eficiência energética, ou ainda em peças de automóveis, que reforçam a segurança”, explica a empresa em comunicado.

Da mesma forma, os “polióis poliéteres têm várias aplicações em muitos aspetos da vida quotidiana, tais como espumas flexíveis para várias aplicações de conforto, principalmente colchões e sofás, assentos de automóveis, encostos de cabeça e peças de absorção de som, entre outros. Para a indústria automóvel, elastómeros de poliuretano sólido, elastómeros e vedantes de poliuretano para preenchimento e poliuretano para revestimentos e vernizes de superfície”, acrescenta o documento.

Mais sobre a Repsol aqui.

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