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Novembro foi o melhor mês de sempre para a LIQUI MOLY

O mês passado foi o melhor novembro de sempre na história da LIQUI MOLY, registando um volume de negócios na ordem dos 62 milhões de euros.

O especialista em óleos e aditivos fechou novembro passado com um volume de negócios de quase 62 milhões de euros. Trata-se de um registo recorde para a LIQUI MOLY, alcançado em ano de covid-19. “Estão a surgir os primeiros frutos no ramo seco do coronavírus”, afirmou Ernst Prost, diretor da empresa.

Este valor não apenas assinala o melhor mês de novembro na história da empresa, como é, também, o segundo maior volume de negócios mensal de sempre. Só o mês de janeiro deste ano foi melhor. Fevereiro e março também nunca tinham sido tão bons.

Mas, apesar dos bons resultados, não se pode dizer que a pandemia não tenha afetado a estrutura da LIQUI MOLY. A diferença foi a forma como enfrentou a crise provocada pela covid-19.  Não despediu ninguém nem pediu lay-offs, tendo, pelo contrário, contratado 101 pessoas novas.

“Estamos a alimentar-nos dos anos bons anteriores à crise. Felizmente, fizemos reservas. Por isso, podemos agora continuar a investir no futuro”

Ernst Prost
Diretor da LIQUI MOLY

Os investimentos não acabaram. Antes foram, consideravelmente, aumentados. E o orçamento do marketing duplicou. “Estamos a alimentar-nos dos anos bons anteriores à crise. Felizmente, fizemos reservas. Por isso, podemos agora continuar a investir no futuro”, reforçou Ernst Prost. Com esta estratégia declaradamente a contraciclo, a LIQUI MOLY saiu, passo a passo, da crise. O mês de novembro teve um crescimento de 26% em comparação com o mês homólogo do ano anterior.

“Pela primeira vez, desde há muitos meses, voltámos a registar um crescimento do volume de negócios de dois dígitos. Tendo em conta os nossos investimentos nos ‘4M’ – mão de obra, marca, máquinas e mercados -, esta é apenas a consequência lógica do nosso trabalho”, explicou Ernst Prost, líder do fabricante alemão de lubrificantes.

“Com um aumento de 26% em novembro, conseguimos sair do vale das lágrimas. Até agora, temos um crescimento de 4,5% e os livros de encomendas estão completamente cheios para todo o mês de dezembro. Por isso, vamos ter de aproveitar bem todas as horas, tanto na produção como no envio, para abastecer os nossos clientes”, frisou. E deixou uma mensagem de determinação. “No próximo ano, a LIQUI MOLY gostaria de regressar aos anos recordes do passado”.

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