Encontrar o vidro do carro estalado após uma viagem é uma situação comum, geralmente causada pelo impacto de uma pedra projetada por outro veículo. “Apesar de, à primeira vista, poder parecer um dano menor, adiar a intervenção pode agravar o problema e comprometer a segurança do condutor e dos passageiros”, começa por enquadrar a Glassdrive.
Por que razão estala o vidro? “O para-brisas é feito de vidro laminado, composto por duas camadas de vidro unidas por uma película de plástico (PVB). Este design impede que o vidro se estilhace por completo em caso de impacto, mas não o torna imune a pequenas fissuras causadas por projeção de pedras, alterações bruscas de temperatura ou tensões estruturais do veículo”, explica.
Reparação ou substituição? “A decisão entre reparar ou substituir depende de três fatores principais: o tamanho do dano, a sua localização e a profundidade da fissura”, revela.
“Danos pequenos, geralmente até dois ou três centímetros de diâmetro, localizados fora do campo de visão direto do condutor e que não atingem as duas camadas do vidro, podem, normalmente, ser reparados através da injeção de resina especializada. Este processo restaura a resistência estrutural do vidro e evita que a fissura se propague”, diz.
Fissuras maiores, danos na zona central de visão do condutor, ou que atingem os rebordos do para-brisas (zona estrutural do veículo), exigem substituição completa.

“Nestes casos, a reparação não garante segurança suficiente, uma vez que o para-brisas contribui, também, para a rigidez estrutural do carro, especialmente relevante em caso de acidente ou acionamento do airbag do passageiro”, afirma a Glassdrive.
Quem sabe, sabe
Um vidro do carro estalado pode propagar-se, rapidamente, devido a vibrações da condução, buracos na estrada ou variações térmicas, como o uso do desembaciador em dias frios. “Além do risco para a segurança, circular com o para-brisas danificado pode originar reprovação na inspeção periódica obrigatória, caso o dano se encontre na área de visão do condutor”, alerta.
Nos veículos mais recentes, o para-brisas aloja, frequentemente, câmaras e sensores associados aos sistemas de assistência à condução (ADAS), como o travão automático de emergência ou o assistente de manutenção de faixa. “Após a substituição do vidro, estes sistemas necessitam de recalibração, um procedimento que deve ser sempre realizado por um centro especializado”, relembra a marca do Grupo Saint-Gobain.
No mesmo documento, pode ler-se: “Na Glassdrive, a substituição de vidros é realizada por técnicos especializados, seguindo procedimentos rigorosos e utilizando materiais de elevada qualidade, de acordo com as especificações dos fabricantes, incluindo a recalibração dos sistemas ADAS, quando aplicável”.
E conclui: “A Glassdrive utiliza vidros com qualidade equivalente ao original, produzidos segundo os mais elevados padrões europeus. Integrando o Grupo Saint-Gobain, garante soluções que asseguram a máxima segurança, qualidade e durabilidade em cada intervenção.
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