“Embora a procura por automóveis com transmissão automática tenha vindo a crescer, em Espanha as caixas de velocidade manuais ainda são as mais vendidas”, começa por referir a ASER em comunicado, a propósito da sétima das suas 12 Causas: embraiagem.
E acrescenta: “Com transmissão manual ou automática, os veículos necessitam de um elemento que permita transmitir ou interromper o movimento entre o motor e a caixa de mudanças ou entre o motor e as rodas, em determinados momentos, como quando trocamos de velocidade”.
Enquanto num veículo automático esta tarefa recai no conversor de binário e é realizada sem intervenção direta do condutor, num veículo equipado com caixa manual esta tarefa é da responsabilidade da embraiagem, que é gerida, diretamente, pelo condutor através do acionamento do respetivo pedal.
“Mas o número de veículos equipados com transmissões semi-automáticas ou pilotadas também tem crescido nos últimos. Embora o pedal da embraiagem desapareça, o que pode levar-nos a pensar que o mecanismo da embraiagem também desaparece (como numa caixa automática), o que se ‘automatiza’ é a ação do condutor sobre o sistema de embraiagem”, alerta a central de serviços.
E explica: “O sistema de embraiagem continua a existir como elemento de conexão/desconexão entre o motor e a caixa de velocidades. Num sistema de acionamento mais complexo, o pedal é substituído e o cabo da embraiagem dão lugar a um sistema eletrónico e hidráulico que automatiza a ação do condutor”.
“A embraiagem, regra geral, não está incluída na garantia do veículo, por ser considerada um componente de desgaste. Uma embraiagem nova e em perfeito estado, pode ser totalmente danificada em apenas cinco minutos se o condutor não a utilizar corretamente. Ao evitar alguns erros, prolongaremos a vida útil deste componente”, conclui.
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