“Quando estamos na fase final de desenvolvimento de um novo modelo de embraiagem viscosa, é fundamental realizar testes de desempenho no próprio veículo para verificar se o comportamento desta dá resposta às necessidades de regrigeração do veículo em condições reais”, adianta a Cojali, em comunicado.
“Este tipo de testes é necessário principalmente quando um novo modelo de embraiagem necessita de ser validado, uma vez que foram implementadas melhorias ou inovações no design que podem interagir com o comportamento do sistema de refrigeração do veículo”, acrescenta a empresa.
Embora a Cojali tenha bancadas de teste projetadas, especificamente, para qualquer tipo de análise, quando estes são realizados no veículo ganham uma “maior fiabilidade”. Graças a eles, “é possível verificar, in loco, o comportamento da embraiagem viscosa durante a sua utilização”, diz.
Outro aspeto fundamental que deve ser considerado nesse processo “é a correta instalação” da nova embraiagem no veículo. Nesse sentido, a Cojali oferece aos clientes manuais de instalação simples, desenvolvidos, especificamente, para esse fim.
Uma vez instalada a embraiagem viscosa no veículo, é possível realizar dois tipos diferentes de testes. “Com o veículo parado e com o auxílio do equipamento Jaltest Diagnostics, é possível realizar testes estáticos, que incluem verificações em diferentes taxas de rotação do motor”, assegura.
“Tais como tempos de resposta adequados às mudanças na temperatura do motor; evolução da velocidade do ventilador em função da temperatura do motor; velocidade máxima do ventilador com a embraiagem engatada; taxa de velocidade do ventilador com a embraiagem desengatada; taxa de velocidade do ventilador estando o sistema de ar condicionado ligado; modulação da velocidade do ventilador em função do sinal emitido pela ECU”, revela.
E vai mais longe: “Quando a embraiagem viscosa já está instalada no veículo, é possível analisar o seu comportamento por um determinado tempo através de testes dinâmicos, também conhecidos como testes de campo. Uma vez realizados os dois testes, desde que o resultado final seja satisfatório, a nova embraiagem está 100% validada e pronta para ser utilizada”, conclui.
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