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APDCA teme impacto do novo confinamento no mercado de usados

Associação Portuguesa do Comércio Automóvel preocupada com a possibilidade de um novo confinamento que obrigue associados e restantes empresas do setor a suspender atividade.

APDCA relembra que, em representação dos seus associados, aderiu, desde a primeira hora, ao protocolo sanitário. E frisa que as empresas do setor do comércio de usados fizeram um esforço significativo para adaptar as suas estruturas a uma nova realidade e contribuir, ativamente, para o fim a pandemia.

De que forma? Adquirindo os meios de mitigação da propagação do vírus sugeridos pela DGS e cumprindo rigorosos métodos de funcionamento, de forma a reduzir o risco de contágio junto de colaboradores e clientes.

O cumprimento rigoroso dos protocolos e as medidas levadas a cabo têm demonstrado um elevado grau de eficácia, contribuindo para que o nível de contágio neste tipo de instalações e empresas seja praticamente inexistente.

“Medidas como o encerramento, ainda que balizado temporalmente, das nossas empresas aumenta, consideravelmente, o risco de agravamento da saúde financeira dos empresários e, consequentemente, dos seus colaboradores”

Nuno Silva
Presidente da APDCA

“Assim, salientamos que, medidas como o encerramento, ainda que balizado temporalmente, das nossas empresas aumenta, consideravelmente, o risco de agravamento da saúde financeira dos empresários e, consequentemente, dos seus colaboradores”, dá conta o comunicado difundido pela APDCA.

O mesmo documento refere que “manter a capacidade de atendimento e as deslocações para entregas e vendas, mesmo que em horários mais reduzidos, seria de extrema importância para a vitalidade das empresas e para a capacidade de estas honrarem os seus compromissos”.

Para atenuar o impacto devastador que a impossibilidade de manter a atividade provocaria, a somar aos enormes desafios colocados ao longo de 2020, a APDCA relembra a necessidade premente de colocar em prática as medidas que há muito sugeriu e que ganham uma importância acrescida perante o agravamento da crise que se adivinha (ver quadro seguinte).

IUC
Adiamento de impostos
Apoio ao abate
IUC

Suspensão da liquidação do IUC das viaturas em stock (registadas online pelos stands).

Adiamento de impostos

Manutenção da tesouraria das empresas para fazer face aos seus compromissos, aliviando a carga fiscal através do adiamento e divisão por parcelas do IVA, pagamento por conta, Segurança Social e IRS, por exemplo.

Apoio ao abate

O apoio ao abate de viaturas mais antigas (a média de idade do parque automóvel nacional é de 13 anos) por viaturas novas ou usadas até cinco anos, mais seguras e com valores de emissões de CO2 incomparavelmente mais baixos.

Por fim, a APDCA pretende sensibilizar o executivo para a inevitabilidade de agilizar os apoios previstos, desburocratizando os procedimentos, bem como de criar medidas diretas de apoio ao setor automóvel, um dos mais fragilizados e sacrificados pela pandemia.

“Uma vez mais, a APDCA reforça que será sempre parte da solução e nunca do problema, mostrando-se disponível para colaborar, ativamente, com todas as entidades e restantes associações do setor automóvel no sentido de atenuar o aumento de casos verificado, de reduzir o risco de contágio e de contribuir para o bem-estar e segurança de todos os portugueses”, pode ler-se na nota de imprensa.

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