Camiões sobrealimentados de longo curso e médio portes movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL) ou Gás Natural Comprimido (GNC) estão a passar do nicho para o mainstream, à medida que os fabricantes aproveitam as vantagens inerentes do CO2 e emissões dos combustíveis.
“A notável inovação na tecnologia de powertrain, apoiada pela liderança da Garrett em eletrificação do turbo, está a impulsionar o crescimento dos negócios na China e na Europa para veículos comerciais movidos a gás natural de nova geração e a despertar o interesse em todo o mundo”, adianta a empresa, em comunicado.
A razão para este rápido crescimento nos últimos cinco anos? “Motores movidos a GNV emitem, em média menos 15% de CO2 do que seus equivalentes a gasóleo – e podem atingir reduções de mais de 20% em alguns veículos – com praticamente zero partículas. Além disso, quando o GNV ou GNL é substituído por biogás renovável, a pegada de CO2 cai 95% em comparação com o Diesel”, frisa.
“Além disso”, acrescenta a empresa, “os grupos propulsores a gás natural de nova geração aumentaram a redução das emissões de NOx de 50% para 90% em relação aos sistemas anteriores em comparação com um Diesel”. Mais: “Camiões movidos a gás natural também são até 10 decibéis mais silenciosos do que os Diesel”.
Atualmente, a tecnologia de gás natural é comum em veículos de trabalho e trânsito, como transporte de lixo, por exemplo, mas esta solução também ajuda, cada vez mais, as frotas de longo curso a cumprir os padrões ambientais rumo às emissões zero.
“Esses são os fatores que influenciam o aumento significativo na procura por motores a gás natural entre as frotas de comerciais”, afirma Pierre-Jean Cancalon, responsável de marketing de turbocompressores para veículos comerciais da Garrett.
“No entanto, embora o gás natural ofereça benefícios ambientais inerentes, não pode ser à custa do desempenho real do camião. Assim, apoiando-nos na nossa experiência em gasolina, desenvolvemos um portefólio de tecnologias turbo de alta temperatura que oferecem desempenho aerodinâmico em sintonia com a eficiência energética e a durabilidade exigidas pelo setor”, revela.
Mais sobre a Garrett aqui.






