Que mudanças são esperadas relativamente à transição energética?

A resposta é dada pelo Arval Mobility Observatory, que revela dados novos nas conclusões e tendências da 17.ª edição do Barómetro Automóvel e de Mobilidade 2021.

Os gestores das empresas portuguesas antecipam uma aceleração significativa na transição energética das suas frotas nos próximos três anos. Esta é mais uma das conclusões do Barómetro Automóvel e de Mobilidade 2021, estudo realizado pelo Arval Mobility Observatory em colaboração com os especialistas da Kantar.

Dados foram recolhidos através de entrevistas por telefone com gestores de 5.197 empresas de 20 países, das quais 250 em Portugal, com informação local obtida entre os dias 5 de novembro e 21 de dezembro de 2020.

No início de 2021, apenas 28% das empresas nacionais utiliza viaturas com novas tecnologias, bem atrás da média europeia, que é de 42%. A estimativa para os próximos três anos aponta para que 76% das empresas portuguesas já utilizem novas tecnologias, uma forte tendência de crescimento que ultrapassa as estimativas da média europeia (73%).

Reduzir o impacto ambiental é a razão mais assinalada entre as empresas europeias e, particularmente, por cerca de 70% dos gestores nacionais, que pretendem iniciar ou já iniciaram a transição energética nas suas frotas.

A redução de custos com combustível é outro fator de decisão identificado por mais de 60% das empresas, assim como o acesso a incentivos fiscais, que é assinalado por mais de 50% dos gestores. Mais de 45% dos gestores nacionais vê esta mudança como forma de melhorar a imagem da empresa.

Sabia que…

o Barómetro Automóvel e de Mobilidade 2021 é a 17.ª edição do estudo anual realizado pelo Arval Mobility Observatory, uma pesquisa e partilha de informação de fonte credível sobre as tendências na gestão de frotas e da mobilidade nas empresas?

E pelo cumprimento das suas políticas de responsabilidade social, sublinha-se que mais de 42% antecipa uma preocupação com acesso a zonas de emissões reduzidas ou de circulação restrita. No mercado nacional, 22% das empresas já tem carregadores elétricos instalados para as suas viaturas e 71% dos gestores nacionais responde que já tem ou que considera instalar carregadores nas suas empresas ainda em 2021.

Entre as empresas que utilizam viaturas com carregamento elétrico (100% elétrico e plug-in), 52% ainda não tem carregadores nas suas instalações. No entanto, 27% prevê a sua instalação nos próximos 12 meses. Das empresas que já têm carregamento elétrico próprio, 27% assume custo de utilização para os condutores.

As empresas portuguesas que ainda não utilizam viaturas 100% elétricas apontam os seguintes fatores como constrangimento ao uso destes modelos: 49% indica a escassez de pontos de carregamento público; 25% a impossibilidade de carregamento no escritório; 21% a falta de carregamento em casa do colaborador.

Ainda o facto de o preço de compra das viaturas ser mais elevado do que o de uma viatura de combustão interna é, também, apontado por 49% dos gestores como uma das limitações que têm afastado as empresas da utilização destas viaturas.

Mais sobre a Arval aqui.

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