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O que muda na substituição de vidros nos elétricos?

A tecnologia dos carros elétricos exige cuidados específicos na substituição de vidros, desde a recalibração de sensores à escolha do para-brisas. A Glassdrive explica.
Check-up Media Glassdrive

A crescente sofisticação tecnológica dos automóveis elétricos está, também, a transformar os procedimentos de manutenção e reparação.

“A substituição de vidros, embora assente nos mesmos princípios técnicos dos veículos com motor de combustão, exige atenção a características específicas, sobretudo quando estão envolvidos sistemas avançados de assistência à condução e equipamentos integrados no para-brisas”. A Glassdrive alerta, em comunicado, para os principais aspetos a considerar neste tipo de intervenção.

Câmaras e sensores

“Nos automóveis mais recentes, o para-brisas deixou de desempenhar, exclusivamente, funções de proteção, assumindo um papel tecnológico cada vez mais relevante”, adianta a empresa.

“Câmaras, sensores e sistemas de projeção ótica estão frequentemente integrados neste componente, uma realidade particularmente presente nos veículos elétricos, que incluem, muitas vezes, sistemas avançados de assistência à condução (ADAS)”, explica.

Uma das principais exigências após a substituição do para-brisas é a “recalibração de câmaras e sensores associados a funcionalidades como a travagem automática de emergência, a manutenção na faixa de rodagem ou o reconhecimento de sinais de trânsito”.

Check-up Media Glassdrive repair

Segundo a Glassdrive, este “procedimento deve ser realizado de acordo com as especificações de cada modelo, através de métodos estáticos ou dinâmicos, de forma a garantir o correto funcionamento dos sistemas de segurança”.

Conforto acústico

O conforto acústico é outro fator determinante. “Como os veículos elétricos não produzem o ruído característico dos motores de combustão, os sons provocados pelo vento e pelo contacto dos pneus com a estrada tornam-se mais evidentes”, sublinha a empresa no mesmo comunicado.

Muitos modelos recorrem, por isso, a vidros acústicos, com uma camada intermédia especial que reduz a transmissão sonora. “A utilização da referência correta na substituição é essencial para preservar as características de isolamento previstas pelo fabricante”, aconselha.

Também os veículos equipados com Head-Up Display (HUD) requerem para-brisas específicos. Nestes casos, o vidro integra uma construção ótica particular, com uma camada de PVB em cunha, que evita a duplicação da imagem projetada. “A instalação de um vidro sem estas características pode comprometer a nitidez da informação apresentada ao condutor”, afirma a empresa.

A intervenção exige ainda o cumprimento dos protocolos de segurança definidos pelos fabricantes, nomeadamente devido à presença de sistemas elétricos de alta tensão associados à bateria.

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“Embora a generalidade das substituições não implique contacto direto com estes componentes, é fundamental que os técnicos conheçam as particularidades de cada veículo”, acrescenta.

A Glassdrive sublinha, também, a importância de “reparar pequenos danos no vidro logo que surgem”. O motivo é simples. “Além de permitir, em muitos casos, uma intervenção mais rápida, esta opção pode evitar que uma fissura ou um impacto evolua para uma quebra que torne necessária a substituição integral do componente”, alerta.

Trabalho profissional

Perante estas exigências, a empresa defende que a “substituição de vidros em veículos elétricos deve ser confiada a profissionais especializados, com acesso às referências adequadas, equipamento de calibração e adesivos certificados”, afirma a Glassdrive.

Integrada no Grupo Saint-Gobain, a Glassdrive assegura intervenções realizadas por técnicos qualificados, com recurso a vidros de qualidade equivalente à de origem e à recalibração dos sistemas ADAS sempre que aplicável, seguindo as especificações dos fabricantes.

Mais sobre a Glassdrive aqui.

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