powered by

5 dicas da Glassdrive para um regresso às aulas seguro

Especialista em reparação e substituição de vidro identifica cinco cuidados com o automóvel que podem reforçar a segurança das crianças nas deslocações para a escola.
Check-up Media taking kids to school

O regresso às aulas traz de volta as rotinas familiares e, com elas, um aumento das deslocações de automóvel em zonas residenciais e junto às escolas. Nestes percursos, a visibilidade do condutor e o estado do veículo assumem importância acrescida, sobretudo nos períodos de maior movimento.

A Glassdrive, especialista em reparação e substituição de vidro automóvel, alerta para cinco cuidados que devem ser verificados antes do regresso às rotinas escolares, com particular atenção ao para-brisas, à visibilidade e ao correto funcionamento dos sistemas de assistência à condução.

Comportamento do condutor

“Quando falamos em segurança rodoviária, é natural que o foco esteja no comportamento do condutor, mas a segurança começa, também, nas condições em que o veículo circula”, afirma Mauro Silva, gestor de Centros Próprios da Glassdrive Portugal.

O responsável acrescenta que o “estado do para-brisas, a qualidade da visibilidade e o correto funcionamento dos sistemas de assistência à condução são fatores que podem assumir uma importância particularmente relevante em contextos de maior circulação, como acontece, diariamente, junto às escolas”, sublinha o responsável.

Evolução tecnológica

A evolução tecnológica dos automóveis veio ainda reforçar a importância do vidro. “Hoje, o para-brisas é muito mais do que uma superfície que protege os ocupantes do vento ou da chuva. Em muitos veículos, integra câmaras e tecnologias associadas aos ADAS”, explica Mauro Silva, em comunicado.

Por isso, uma intervenção no vidro pode ter impacto no funcionamento de equipamentos concebidos para apoiar o condutor e reforçar a segurança. No quadro abaixo, estão os cinco conselhos da Glassdrive.

“Pequenos impactos no para-brisas podem evoluir para fissuras, sobretudo perante alterações de temperatura ou devido às vibrações durante a condução. Um dano aparentemente pouco significativo não deve, por isso, ser ignorado”, afirma a Glassdrive.

Sempre que possível, a reparação deve ser realizada antes de o impacto aumentar ou comprometer a integridade do vidro. Na Glassdrive, os técnicos “avaliam o dano e determinam se é possível proceder à reparação ou se é necessária a substituição do para-brisas”, refere. “Em muitos casos, a reparação pode ser realizada em cerca de 30 minutos”, revela.

“Um para-brisas sujo, com riscos ou marcas, bem como limpa-vidros em mau estado, podem dificultar a perceção de obstáculos, peões ou outros veículos”, defende.

“O problema pode ser particularmente relevante perante a incidência direta do sol ou durante períodos de chuva, situações frequentes nas deslocações diárias”, diz.

“Com o regresso às aulas e o aumento do movimento junto às escolas nos horários de entrada e saída, garantir uma boa visibilidade deve fazer parte da preparação do automóvel”, acrescenta a Glassdrive.

Os automóveis mais recentes incorporam sistemas avançados de assistência à condução, conhecidos como ADAS, que incluem funcionalidades como travagem automática de emergência, alerta de saída da faixa de rodagem ou controlo de velocidade adaptativo.

“Em muitos veículos, a câmara responsável por algumas destas funcionalidades encontra-se integrada na zona do para-brisas”, alerta. “Por esse motivo”, salienta, “quando o vidro é substituído, a calibração do sistema constitui uma etapa essencial para garantir o correto funcionamento das tecnologias associadas”.

Nesse sentido, a Glassdrive “realiza a calibração do ADAS nos veículos que dispõem desta tecnologia, após a substituição do para-brisas”, afirma.

“Um pequeno impacto pode transformar-se numa fissura de maiores dimensões e obrigar, posteriormente, à substituição do vidro”, avisa a Glassdrive.

Mais importante do que o eventual custo da intervenção, é o “impacto que um vidro danificado pode ter na segurança e na visibilidade do condutor”, reforça a empresa.

Perante um impacto ou uma fissura, a recomendação passa por “procurar uma avaliação especializada e determinar, rapidamente, qual a solução adequada”.

O regresso às aulas é, também, uma oportunidade para fazer uma verificação geral do veículo antes de retomar as deslocações diárias. “Pneus, iluminação, limpa-vidros, níveis dos líquidos, cintos de segurança e estado dos vidros devem estar em condições adequadas”, adianta.

“A preparação antecipada permite identificar pequenos problemas antes de estes interferirem com a utilização diária do automóvel, contribuindo para viagens mais seguras nas deslocações de e para a escola, “frisa.

Para a Glassdrive, esta “abordagem preventiva é particularmente importante num período em que milhares de famílias retomam, diariamente, as mesmas rotinas e em que a circulação junto às escolas aumenta significativamente”, destaca.

Mais sobre a Glassdrive aqui.

artigos relacionados

Últimas

Atualidade

Repintura

Internacional