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Continental desfaz cinco mitos da condução segura em dias de calor extremo

Perante o calor extremo, o aumento do tráfego e o risco de incêndio, a Continental deixa recomendações para viajar em segurança.
Check-up Media driving

As temperaturas elevadas previstas para os próximos dias, aliadas ao aumento das deslocações típicas da época de férias, exigem maior atenção dos condutores.

Perante um cenário marcado, também, pelo risco acrescido de incêndio em várias regiões do país, a Continental apela à “manutenção preventiva dos veículos e à adoção de uma condução adaptada às condições da estrada”.

Verificar sempre

O fabricante recorda que uma “viagem segura começa antes mesmo de ligar o motor”. E vai mais longe. “Uma verificação simples do estado do veículo pode reduzir, significativamente, o risco de avarias e contribuir para uma circulação mais segura, sobretudo em percursos longos e sob temperaturas elevadas”, sublinha a Continental.

“Os pneus são o único ponto de contacto entre o veículo e a estrada e desempenham um papel determinante na travagem, na estabilidade e no controlo da viatura”, começar por alertar Nuno Rebelo, head of marketing Portugal & Espanha da Continental.

“Antes de uma viagem longa, é fundamental confirmar que se encontram em boas condições e com a pressão recomendada pelo fabricante. São gestos simples que podem fazer toda a diferença na segurança”, acrescenta.

Check-up Media Nuno Rebelo Continental
Condução suave

Entre as recomendações da empresa, está a “verificação da pressão dos pneus, sempre com os pneus frios, bem como a inspeção do desgaste do piso e da existência de cortes ou deformações”.

A Continental aconselha ainda a “confirmar os níveis do óleo do motor, do líquido de refrigeração e do líquido dos travões antes de iniciar a viagem”, pode ler-se no mesmo documento.

Já durante a marcha, a marca recomenda uma “condução suave, evitando acelerações e travagens bruscas, e, sempre que possível, o planeamento das viagens para as horas de menor calor, reduzindo o desgaste dos componentes do veículo e a fadiga do condutor”, destaca o fabricante.

Nos trajetos que atravessem zonas afetadas por incêndios ou com fumo, a prioridade deve ser a segurança. A Continental aconselha a “reduzir a velocidade, aumentar a distância de segurança, ligar os quatro ‘piscas’, manter os vidros fechados e utilizar o sistema de ventilação em modo de recirculação”.

Sempre que existam condicionamentos à circulação, os condutores “devem seguir, rigorosamente, as indicações das autoridades”, acrescenta a mesma fonte.

A marca aproveita ainda para esclarecer alguns dos mitos mais comuns associados à condução no verão, lembrando que a informação correta pode fazer a diferença na prevenção de acidentes e avarias.

Cinco mitos (e verdades) sobre a condução no verão

 Verdade: “As temperaturas elevadas, por si só, não provocam o rebentamento de um pneu. O risco aumenta quando existem fatores como pressão incorreta, desgaste excessivo, danos no pneu ou excesso de carga”, afirma.

Verdade: “A pressão deve corresponder sempre aos valores recomendados pelo fabricante e ser verificada com os pneus frios”, diz a Continental. “Circular com uma pressão inferior à indicada aumenta o aquecimento do pneu e compromete a segurança”, enfatiza.

Verdade: “Além da profundidade do piso, é importante verificar se existem cortes, deformações, desgaste irregular ou sinais de envelhecimento da borracha”, sublinha a Continental.

Verdade: “O mais importante é reduzir a velocidade, aumentar a distância de segurança, ligar os quatro ‘piscas’ e respeitar todas as indicações das autoridades”, defende o fabricante.

Verdade: “Nunca devem ser ignorados cortes de estrada ou indicações das autoridades. A evolução de um incêndio pode alterar-se rapidamente e colocar em risco a segurança dos ocupantes do veículo”, alerta.

Mais sobre a Continental aqui.

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