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“As empresas que não crescem, morrem”, afirma Carlos Silva, da Krautli Portugal

Produtos de qualidade, equipa resiliente e coragem para apostar em conceitos inovadores, como o N!SHOP. Eis a receita para o sucesso da Krautli Portugal, que espera ultrapassar, em 2022, o melhor ano de sempre. Fotos de Estelle Valente.
Check-up Media Carlos Silva Krautli Portugal

Em tempos complexos e de grande incerteza como os atuais, “não crescer” é sinónimo de “morrer”. Em entrevista ao Check-up, Carlos Silva, diretor de vendas e marketing da Krautli Portugal, garante que a empresa está saudável e que se prepara, inclusivamente, para ultrapassar os valores registados em 2019 – ainda antes da pandemia -, sendo, de resto, os melhores dos 32 anos de presença no mercado nacional, celebrados em 2022.

Sucesso que muito deve à força gerada pela “determinação e capacidade de resiliência a tantas adversidades” de toda a equipa. Mas não só. Também se explica pela aposta contínua em marcas de qualidade e à “ousadia” para inovar, como, por exemplo, com o desenvolvimento do conceito N!SHOP, sob a insígnia NEXUS, que ganhará dimensão em 2023 e que visa dinamizar as oficinas lusas. 

Como está a saúde da Krautli Portugal nesta reta final de 2022? Foi um ano bom para a empresa?

Felizmente, vamos bem de saúde, mesmo considerando todas as adversidades que temos vindo a enfrentar desde março de 2020. Temos como filosofia – “O que não nos mata, fortalece-nos” – e esse mote é um aditivo diário e que contribui, certamente, para o sucesso da nossa empresa.

O ano tem sido bastante positivo, mas não podemos ignorar o efeito da inflação, que tem tido um papel importante no crescimento e vai contribuir, positivamente, para recuperar e até mesmo ultrapassar os valores de 2019, ou seja, o melhor ano de sempre da empresa.

Quais foram as principais “armas” da Krautli Portugal neste contexto de pós-pandemia, de conjugação de várias crises e até de uma guerra?

A principal arma é a equipa da Krautli Portugal, que tem sido inexcedível na determinação e capacidade de resiliência a tantas adversidades. Somente equipas coesas e focadas podem sobreviver em contextos tão complexos e ambíguos como os que vivemos atualmente.

Check-up Media Carlos Silva Krautli Portugal 2
Corteco, FTE, NOCO, CEVAM e Lizarte são apenas alguns exemplos de apostas da empresa no mercado nacional. Investir em produtos de qualidade é a chave do sucesso da organização?

Absolutamente. Temos como assinatura a “Paixão pela Qualidade” e esse compromisso é transversal na empresa. Desde logo, pela coerência que defendemos, não só nos produtos, mas, também, em toda a nossa proposta de valor para os clientes. Iremos ter sempre presente este nosso compromisso quando incluirmos novas marcas no nosso portefólio.

Em junho, lançaram, juntamente com o Grupo Serca, o conceito Nexus Shop (N! Shop Autoparts), a pensar nos retalhistas de peças e nos seus clientes oficinais. Como estão a correr os primeiros meses deste ambicioso projeto?

Temos feito um forte investimento neste projeto, pois acreditamos que devemos acrescentar mais valor na relação com os nossos parceiros. Daí o nosso foco neste conceito N!SHOP. Entendemos que o nosso papel não é só vender peças auto e, por isso, investimos neste conceito.

Check-up Media Carlos Silva Krautli Portugal 3

Acreditamos que, com todas as mais-valias de serviços associados ao conceito, criaremos um ecossistema onde todos os players beneficiam das mais-valias que entregamos e, dessa forma, tornamo-nos todos mais fortes.

O objetivo assumido é “reinventar” o mercado da distribuição de peças. De que forma? E até onde pode chegar este novo conceito N! Shop Autoparts?

O objetivo é garantir que todos os players na cadeia de valor têm ao seu dispor as soluções necessárias para poderem, em conjunto, enfrentar os desafios do setor. Sabemos todos, por experiência, que, sozinhos, podemos ir mais rápido. Mas, juntos, iremos mais longe!

Acreditamos que o conceito N!SHOP vai longe e vai ser uma referência e um caso de sucesso, pois está assente em bases muito sólidas. Desde logo, a insígnia NEXUS, o maior grupo de compras de aftermarket mundial.

2023 vai ser o ano de afirmação do conceito, pois temos vários parceiros preparados para avançarem na dinamização das mais-valias junto dos seus clientes oficina.

Quais são os planos da Krautli Portugal para o próximo ano?

Continuar a crescer! Empresas que não crescem, morrem! Para continuarmos a crescer e tendo em conta que o mercado evolui moderadamente, temos estratégias definidas para crescermos baseados no nosso modelo de negócio e fiéis à cadeia de valor que acreditamos ser a adequada para servir o nosso setor. Como referido, queremos consolidar o conceito N!SHOP como uma mais-valia na relação com os nossos parceiros retalhistas.

Quanto ao nosso portefólio, estamos muito orgulhosos da oferta de marcas que temos. Todavia, vamos reforçar em categorias que entendemos necessitar de ajustes para melhor respondermos às necessidades do mercado.

Qual a divisão que reúne o maior volume de faturação da empresa, sendo certo que todas elas são diferentes, entre si, e importantes?

A divisão de maior volume de negócio da Krautli é a de revenda e aftermarket e todas tem a sua relevância dentro da nossa organização. A forma como temos segmentadas as divisões de venda, ajudam-nos a ter uma forte especialização e a estarmos mais focados na persecução dos nossos objetivos.

Qual o balanço dos 32 anos da Krautli Portugal? Como era o mercado nacional há três décadas e como é agora?

De facto, a Krautli Portugal celebra, em 2022, 32 anos de presença no aftermarket em Portugal. O balanço é muito positivo, pois quando iniciámos éramos uma nano-empresa, com apenas três pessoas. Hoje, somos 75 pessoas e uma das maiores empresas do aftermarket em Portugal. É um orgulho aquilo que conquistámos e que se deve, exclusivamente, à elevada qualidade do capital humano desta empresa!

As diferenças de 1990 para 2022 são abissais. Todavia, existe um denominador comum, que são as pessoas. E este é um setor onde esse elemento tem muita relevância na altura de se fazerem negócios.

Costumo dizer que somos muito românticos na forma como conduzimos os negócios, o que, por um lado, é bom, pois é o lado humano do negócio, mas, por outro, condiciona muito o setor, dado que existem muitas lacunas no lado profissional do negócio.

Destaco como grandes alterações nestas três décadas, a importante e necessária transformação digital do setor e as soluções logísticas disponíveis que revolucionaram a forma como se fazem negócios neste mercado, que o tornam, provavelmente, o mais competitivo no setor do comércio e serviços.

Continuaremos a defender, intransigentemente, os valores da nossa empresa: “comprometimento, rigor, dinamismo, confiança e empatia”.

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E seremos incansáveis na determinação de cumprir uma obrigação múltipla de satisfazer, diligentemente, os nossos clientes, trabalhar empenhadamente com os nossos fornecedores e proporcionar condições de trabalho adequadas aos nossos players.

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