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“Porquê queimar dinheiro a cozer carros na estufa?”, pergunta João Calha, da Axalta

Com o mundo mergulhado numa grave crise energética, a Axalta apresenta um sistema que reduz os custos das oficinas, nesta área, em cerca de 70%.
Check-up Media João Calha Axalta

Nunca a crise energética teve tantas frentes, assumiu tantas “tonalidades”, num mundo global onde nunca a otimização dos materiais e recursos foi tão importante.

No encontro com os jornalistas da imprensa especializada em aftermarket automóvel, entre os quais o Check-up, realizado na sede da empresa, em Sintra, João Calha, key account manager da Axalta Coating Systems, fez questão de recordar algumas evidências desta nova realidade.

“O aumento dos custos energéticos já obriga as indústrias a interromper a produção na Alemanha; 93% das crianças vive em ambientes poluídos; preços da eletricidade nas empresas duplicam ou triplicam; gasóleo disparou mesmo – e está bem mais caro do que a gasolina”, enumera. Factos que podem ser encontrados em jornais nacionais e internacionais. Hoje, a crise já não olha a fronteiras.

No caso da repintura automóvel, o responsável resume o problema de uma forma muito simples. “Como pintar um automóvel e não perder dinheiro?”. Esta é a questão central de todos os profissionais do ramo.

No seu entender, existem apenas duas opções. “Tem de ser o valor da mão de obra (e podem perder clientes pelo aumento do preço do serviço) a suportar os custos estruturais da oficina. Ou podem poupar energia. E é aí que nós entramos, não como parte do problema, mas da solução”, afirma João Calha.

E pergunta: “Porquê queimar dinheiro a cozer carros na estufa? Cada vez que as oficinas ligam a estufa, virtualmente, é isso que se passa”. Ora, é neste contexto que entra em ação o sistema de pintura low energy, que o responsável apresentou de seguida.

 Fast cure, low energy

 Nesse sentido, e de modo a fazer parte da solução, a Axalta está a apresentar aos profissionais do ramo o sistema de pintura low energy, que promete “reduzir custos de energia até 70% e a pegada de carbono em mais de 50%”.

Check-up Media Virgílio Maia Axalta
Check-up Media painter in paint booth

Segundo João Calha, a tecnologia fast cure, low energy “é a mais eficiente do mercado em termos energéticos e não necessita de equipamento especial”, garantido que se trata de um sistema “bom para o negócio e para o ambiente”.

O princípio é simples: “Baixo consumo e secagem rápida”, diz sobre esta tecnologia, que atenua ainda outro problema do setor. “Com a falta de pintores, a solução das oficinas é fazer mais serviços com os mesmos profissionais”, explica o responsável. “Trata-se de uma tecnologia revolucionária e patenteada que utiliza a temperatura e humidade ambiente para acelerar o processo de secagem”, afirma.

Ou seja, estamos perante “produtos ‘turboalimentados’ que proporcionam maior produtividade e menor consumo de energia durante a secagem”, sublinha. “A tecnologia fast cure, low energy é o sistema de acabamento mais produtivo do mercado que proporciona a vantagem de aumentar a produtividade e a capacidade de produção com um rendimento mais elevado da estufa, ao mesmo tempo que reduz os custos de energia”, reforça.

Números da produtividade

Em resumo, a tecnologia patenteada pela Axalta, “fácil de utilizar, reduz a secagem ineficiente e os tempos de evaporação a um mínimo absoluto”. Além disso, “é versátil na temperatura de secagem: 60°C, 40°C ou 20°C”, enfatiza João Calha.

Significa isto que “acelera o processo de trabalho, garantindo um maior número de carros por dia, sem comprometer a qualidade do serviço”, acrescenta o key account manager da Axalta Coating Systems.

Os números da produtividade do sistema da Axalta falam por si: “-25% do tempo de ocupação da estufa; – 25% do tempo de pintura; -50% do total do processo”, revela.

Em termos de sustentabilidade, os números também são expressivos: “-49% de consumo de eletricidade; -57% de consumo de gás; (até) – 54% de redução da pegada de carbono; -54% de consumos energéticos”, conclui.

Mais sobre a Axalta aqui.

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