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“Já mudei um pneu. Sinto-me um engenheiro mecânico”, diz Hugo Sousa

Humorista do Porto não tem problemas com furos. E no trânsito só se insulta a si mesmo, quando se perde. Desta vez, deu com o caminho para a Oficina Vip.
Check-up Media LIQUI MOLY Oficina VIP Hugo Sousa

Parte do trabalho de um humorista consiste em observar o comportamento das pessoas. Matéria não falta. Hugo Sousa, comediante nascido no Porto, em 1980, não foge à regra de beber inspiração nas rotinas do ser humano.

O resultado dessa “observação” pode ser visto nos espetáculos que dá, um pouco por todo o país, e em stand-ups como “Fora do Contexto” e “Regresso à Anormalidade”, este último uma abordagem à forma como todos temos vivido com a pandemia de covid-19.

Hoje, o convidado da Oficina Vip prepara-se para a estreia, como ator, na novela “Festa é Festa”. Uma mudança de registo no humor? “É diferente de tudo o que já tinha feito. É uma forma diferente de gravar, mas já me estou a habituar, para o bem de toda a equipa”, confessa.

Benfiquista tímido, pelo simples caso de viver na Invicta, Hugo Sousa admite que tem aproveitado a pandemia de uma forma nutritiva. “Tenho comido e bebido mais do que o normal e treinado menos, o que se traduz numa forma física menos positiva”, diz. “Estou mais gordo”, concretiza.

No espetáculo “Regresso à Anormalidade”, de resto, Hugo Sousa visita várias histórias que lhe “aconteceram” durante este complicado período. De momento, devido às gravações da novela, encontra-se parado. Mas a ideia é “encontrar novas datas”, até porque há muito a contar…

Raiva autodirigida

Há uns anos, Hugo Sousa fez um vídeo humorístico onde mostrava o que era um típico condutor português, sempre em guerra contra o mundo. Mas garante que não é assim. “Por acaso, não sou de me chatear com os outros no trânsito. Sou mais de me chatear comigo quando me engano no caminho”, revela.

“Insulto-me regularmente porque estou sempre a pensar em 1001 coisas”, conta o humorista, que, hoje em dia, conduz um BMW 420d, de 2015, mas que não se importava de deitar as mãos a um Bentley. Qual? “Qualquer um. É uma paixão”, sublinha.

Mas apesar de ser pacífico na estrada, reconhece que não gosta dos condutores que, “na autoestrada, não largam a faixa esquerda”. E na estrada da vida? “De pessoas que saem à noite sem beber”, confessa à Oficina Vip.

Risco de vida no táxi

O humorista garante que não se atrapalha com as lides mecânicas. “Sei ver o nível do óleo e verificar a pressão dos pneus. Já troquei um pneu com a ajuda de um amigo. Só por ter feito isto considero-me um expert da engenharia mecânica”, dispara, sem hesitar, Hugo Sousa.

Das histórias vividas ao volante, elege duas. Certo dia, em Leiria, reparara que tinha um prego espetado no pneu. “Graças aos pneus anti-furo, fui até ao Porto como se nada fosse. Bendita tecnologia!”, conta.

Menos feliz foi o episódio vivido, também em Leiria, em que o seu antigo automóvel decidira “avariar” às 4h da manhã. “Cheguei a casa eram quase 9h da manhã e temi pela vida, porque o taxista era um velho que olhava, constantemente, para trás para falar comigo”, recorda Hugo Sousa à Oficina Vip.

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