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Potenza Sport: a emoção continua inscrita no ADN da Bridgestone

A Bridgestone convidou o Check-up para testar os novos Potenza Sport no Circuito del Jarama. Quanto valem estes pneus desportivos? Muita adrenalina.
Check-up Media Bridgestone Potenza Sport Jarama

Quando o avião da Iberia levantou voo, com destino a Madrid, o Check-up não levava consigo apenas a expectativa (e a adrenalina) de ir testar, no dia seguinte, os novos Potenza Sport, a convite da Bridgestone, no icónico Circuito Permanente del Jarama, em San Sebastián de Los Reyes, a norte da capital espanhola. Carregava, também, na bagagem, as várias conquistas que o produto conseguira.

Exemplos? Obtivera já os melhores resultados nos testes de desempenho em curva e de manobrabilidade em piso molhado realizados pela TÜV SÜD, tendo vencido o teste de pneus desportivos “Auto Bild Sportscars 2021”. Por outras palavras, o Bridgestone Potenza Sport superara os pneus de oito fabricantes nos testes, obtendo a melhor pontuação geral em piso molhado e as melhores notas em piso seco, com uma classificação dita “exemplar”.

Para aferir a importância desta gama de altas prestações, basta referir que, ainda antes de avançar para o seu desenvolvimento, a Bridgestone entrevistou mais de 3.800 condutores na Europa para saber o que estes exigiam de um pneu desportivo.

Além da “aderência, estabilidade, segurança em todas as condições” e muitos outros pedidos, os condutores explicaram que a capacidade de um pneu transmitir informação é importante para o condutor compreender e prever as suas reações.

Mas a todas estas credenciais e argumentos, juntou-se o entusiasmo evidenciado por José Enrique González, vice-presidente da Bridgestone para a região sudoeste (Portugal e Espanha), que, em entrevista ao Check-up (que poderá ler aqui), realizada já em pleno paddock do circuito, deixou clara a ambição do fabricante neste regresso aos pneus desportivos de altas prestações, com o “foco colocado nas emoções do condutor e não do carro”, depois de uma prolongada ausência nestas lides, na sequência da Bridgestone ter abandonado a Fórmula 1.

Faltava comprovar, na prática, de volante nas mãos e Potenza Sport bem colados à pista, o que valia este pneu desportivo, disponível em Portugal com 95 medidas (jantes de 17” a 22”) e que equipará, de série, modelos como Lamborghini Huracán, Audi RS3, Porsche Macan, Maserati MC 20, Ferrari F1 71…

Para tal, os jornalistas foram divididos em pequenos grupos por quatro distintos módulos. Cada um deles com o seu nível de exigência, como explicaremos de seguida.

1 – Controlar as emoções laterais

A primeira das quatro provas consistiu num slalom, a grande velocidade, numa reta de 180 metros. O objetivo era contornar os pinos estrategicamente colocados na pista sem os derrubar, terminando a proeza com um gancho à direita, para provar que os imprevistos acontecem e que os Potenza Sport mantêm a estabilidade.

Ainda antes de avançar para o teste, o instrutor advertia que a ideia era “acelerar até aos 110 km/h e manter a velocidade constante” enquanto durasse a dança entre os pinos.

Ao Check-up, coube um Mercedes-AMG CLA 45 S. E assim foi. Acelerámos a fundo: 80, 90, 100 km/h…

Check-up Media Bridgestone Potenza Sport test 1

Chegámos ao primeiro cone um pouco acima do valor indicado. A tentação de travar um pouco ainda se manifestou, mas as palavras do instrutor ainda ecoavam, pelo que avançámos: um pino, compasso, dois pinos, compasso, até que acabou a contagem e travámos para fazer o gancho final, sempre em equilíbrio total.

O grande trunfo manifestado pelo pneu desportivo da Bridgestone nesta prova foi justamente a máxima aderência lateral que demonstrou, sendo que, quando a lei da física mostrou as garras, a “quebra” de aderência aconteceu de forma progressiva, tornando o deslizamento do CLA 45 S bastante previsível e controlável.

Além disso, as respostas da direção foram sempre precisas e diretas. Em momento algum se sentiu que o veículo não seguia milimetricamente as indicações do volante. Neste capítulo, o Potenza Sport faz-se valer das tecnologias de reforço utilizadas no flanco e coroa, que conferem à sua estrutura maior resistência à flexão.

Também o desenho da carcaça apoia neste sentido, nomeadamente os ombros menos arredondados do pneu, que permitem melhor controlo da direção e aumentam a área de contacto com a pista, o que garante maior estabilidade. E, neste caso, uma primeira prova imaculada.

Check-up Media Bridgestone Potenza Sport test 2
2 – Sensibilidade paras as curvas

O segundo módulo de testes visou provar que o Potenza Sport está aí para as curvas. E para as retas.

Nada melhor, para o efeito, do que uma volta completa à pista, a alta velocidade, contornando várias surpresas em pontos estratégicos, para que a experiência não fosse um passeio.

Para este teste, “agarrámo-nos” a um Audi RS5, copiando, admitamos, a escolha do instrutor da Bridgestone que liderou a caravana de jornalistas num modelo idêntico até na cor: verde.

Já na prova, o segredo passou por ouvir as suas dicas pelo walkie talkie e não inventar demasiadas trajetórias em pista. As existentes já chegavam.

Durante a volta, a confiança foi sempre em crescendo. O comportamento do RS5, em perfeita harmonia com os Potenza Sport, a isso convidava. Tanto na aceleração a fundo, nas retas, quanto nas travagens, nas curvas, ou nas pequenas  “armadilhas”.

Nada de especial. Apenas algumas surpresas como numa reta, após uma curva, dispormos de 300 metros para passar entre uma baliza demarcada por cones, segurando o volante com ambas as mãos e acelerando o máximo possível. Mais uma vez, copiar bem, neste caso, os movimentos do instrutor, foi uma arte.

A favor da experiência, estes pneus foram concebidos para funcionar com precisão e segurança a velocidades muito elevadas – bem superiores ao que o velocímetro exibia nesta prova -, bastando referir, a propósito, que o Potenza Sport pode ter um  código de velocidade “Y” (até 300 km/h).

Para conseguir este dinamismo equilibrado, a Bridgestone recorreu a um novo endurecedor de coroa híbrido e a uma inovadora carcaça desportiva para maximizar a estabilidade a alta velocidade. De resto, os perfis baixos do pneu também contribuíram e muito para este divertimento em controlo, conseguido em pista, durante uma volta que, na nossa cabeça, passou em segundos.

3 – Destreza, rapidez… e pontaria

A terceira prova não implicou condução. Antes um pouco de destreza, rapidez e pontaria. Com as temperaturas bastante acima dos 30˚, a organização entendeu promover uma pequena pausa na adrenalina em pista e colocar à prova a competência para trabalhar em equipa.

Numa primeiro momento deste módulo, o convite passou por cada um dos grupos organizar uma estratégia para montar um Potenza Sport numa estrutura improvisada para o efeito. O grupo mais rápido e competente viria, mais tarde, a ser premiado na sessão de encerramento do evento. Infelizmente, teremos de admitir que o Check-up não se encontrava entre o grupo vencedor…

Check-up Media Bridgestone Potenza Sport test 3

No mesmo espaço, enquanto um dos grupos mostrava a sua competência de macaco na mão, os restantes tentavam acertar com uma seta no alvo. Porque a pontaria também é importante em pista, nomeadamente, para apontar às trajetórias certas e não às barreiras de proteção.

Check-up Media Bridgestone Potenza Sport test 4
4 – Não meter água na dança de pinos

 A última prova do dia teve um objetivo bem claro. Líquido. Não meter água enquanto bailássemos entre os pinos. Desta vez, o Check-up sentou-se num Audi S3, sorriu para as fotos e arrancou com alma e determinação para apurar a veracidade de todos os elogios granjeados pelo Potenza Sport ao seu comportamento em piso molhado e em situações extremas de aquaplaning.

A pista improvisada estava encharcada e era, constantemente, regada para manter estas condições. Um belo contraste com o calor que emanava do asfalto. A tal ponto que, enquanto driblávamos os cones, quase apetecia abrir os vidros para que a água refrescasse o ambiente.

Mais uma vez, a adrenalina rimou com o controlo. Para alcançar este ponto, a Bridgestone recorreu a tecnologias inovadoras de banda de rodagem, composto e estrutura do pneu.

Graças ao desenho do piso, que recorre a “sipes” 3D inovadores para aumentar a rigidez lateral e a utilização de menos “sipes” transversais para aumentar a superfície de borracha em contacto com o piso molhado. O resultado de todas estes trabalhos de otimização do Potenza Sport ficaram espelhados nesta quarta e última prova, através de uma dança que não meteu mais água do que a devida.

Mais sobre a Bridgestone aqui.

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