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Mobi.E anuncia aplicação de tarifa a partir de 1 de maio

Mobi.E anuncia a cobrança, a 1 de maio, pela entidade gestora da rede de Mobilidade Elétrica, de uma “tarifa EGME”. Uma nova fase no conceito utilizador-pagador.
Check-up Media Mobi.E recharge

No primeiro dia de maio, a Mobi.E passará a aplicar uma tarifa na sua rede pública de carregamentos, dando início a uma nova fase do conceito de utilizador-pagador.

“Na rede Mobi.E o acesso aos postos de carregamento por parte dos utilizadores é universal e não depende das redes com quem o serviço é contratualizado, ao contrário do que acontece noutros países, que é necessária a contratualização de roaming com plataformas privadas a cobrarem adicionalmente comissões de serviço e, mesmo assim, sem conseguir garantir a ligação a todas as redes existentes em cada país”, adianta a empresa.

Em Portugal, através da rede Mobi.E, este serviço é prestado sem cobrança adicional e com a supervisão da Entidade Reguladora, a quem compete definir a Tarifa da Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (EGME).

“A ERSE definiu, assim, o valor da tarifa EGME, a qual passará a ser paga a partir do dia 1 de maio pelos CEME (Comercializadores de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica), OPC (Operador de Pontos de Carregamento) e DPC (Detentores de Pontos de Carregamento)”, explica o comunicado.

Sabia que...

a Mobi.E é uma empresa pública que, por indicação da tutela, assegura a gestão dos fluxos energéticos e financeiros resultantes das operações da rede de mobilidade elétrica?

E acrescenta: “As tarifas da EGME irão começar a ser cobradas pela Mobi.E aos agentes do mercado, não tendo uma aplicação direta nos utilizadores, de acordo com os seguintes valores: tarifa da EGME aplicável aos comercializadores de eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME): €0,1657/carregamento; tarifa da EGME aplicável aos Operadores de Pontos de Carregamento (OPC): €0,1657/carregamento; tarifa da EGME aplicável aos Detentores de Pontos de Carregamento (DPC): €0,0385/dia/ponto de carregamento”.

“Com esta alteração, é dado mais um passo para a plena implementação da fase de mercado da mobilidade elétrica em Portugal, sendo um importante contributo para assegurar a sustentabilidade do funcionamento do modelo Mobi.E dentro do princípio utilizador-pagador”, afirma Luís Barroso, presidente da Mobi.E.

Desde o início da fase plena de mercado da mobilidade elétrica, a 1 de julho de 2020, a Mobi.E tem vindo a transferir, gradualmente, as competências para os agentes de mercado, numa altura em que a rede Mobi.E conta com cobertura geográfica superior a 90% dos municípios, uma rede com mais de 1.650 postos de carregamento e mais de 3.400 tomadas.

Mais sobre a Mobi.E aqui.

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