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10 mandamentos para não comprar um veículo usado às escuras

A compra de um usado obriga a cuidados redobrados. Ainda que este pareça perfeito, por vezes, tem um histórico de acidentes. Aqui ficam os 10 mandamentos para não ser enganado.
Mecânico Virtual Pro4matic usados

Pode ser amor à primeira vista. Ou um namoro longo. Mas a compra de um veículo usado obriga a ter certos cuidados. Existem muitos riscos a ter em consideração, ao contrário do que sucede na aquisição de um novo.

Um veículo em segunda (ou terceira) mão tem um passado. E o melhor é não descobrir da pior maneira o seu histórico de acidentes. Por vezes, é um desastre.

Para evitar este tipo de problemas, nada como fazer uma minuciosa análise ao veículo e ao seu “cadastro”, começando na documentação e acabando na mecânica.

Estes são os 10 mandamentos que não pode deixar de ter em consideração quando comprar um usado.

Um veículo em segunda (ou terceira) mão tem um passado. E o melhor é não descobrir da pior maneira o seu histórico de acidentes. Por vezes, é um desastre

Siga os conselhos do mecânico da Pro4matic - Air Suspension Center

Nada como começar por saber o país de origem do veículo. Uma informação que consta no VIN, um código de 17 dígitos, composto por números e letras, que indica onde e em que ano foi fabricado, o modelo exato e o tipo de motor, entre muitos outros dados.

Utilize o VIN para fazer uma pesquisa online (gratuita) e ficar a conhecer o histórico cronológico do usado: dados técnicos e equipamentos, registos de danos e colisões,
quilometragem real, fotografias publicadas em sites de vendas e afins, registo nos bancos de dados de veículos roubados. Porque também pode ser o caso…

A consulta destes registos permite ficar a conhecer eventuais problemas anteriores (ou atuais) do veículo. Ainda que não se encontrem atualizados, dão ao comprador mais dados sobre a assistência e manutenção do veículo recomendadas pelo fabricante, permitindo ainda saber se foram devidamente respeitadas pelo anterior proprietário.

Trata-se de um documento onde constam os dados atualizados, em tempo real, sobre a propriedade do veículo e eventuais encargos que existam sobre o mesmo – ou pedidos pendentes.

Válida por seis meses, esta certidão pode ser requerida ou consultada por qualquer pessoa ou empresa. Pode ser pedida através da Internet; o código de acesso custa €10 e a certidão em papel fica por €17 e tem de ser solicitada ao balcão do IRN ou numa Loja do Cidadão.

O histórico do seguro também não é um pormenor. Se a matrícula do veículo se encontrar registada e atualizada na base de dados nacional, o comprador pode obter informações sobre o veículo no portal do consumidor da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

Saberá, então, se o veículo tem seguro ou não. Se não tiver, não deixe de colocar na equação a possibilidade de se encontrar parado há algum tempo. Se, por outro lado, tiver o seguro em dia, pode aceder a toda a informação da seguradora: número da apólice e data de início e fim do contrato. Contudo, não são facultados dados relativos a sinistros.

Conferir se o número do chassis inscrito nos documentos é o mesmo que consta da chapa de identificação do veículo e do Documento Único Automóvel (ou livrete). Este é o próximo passo.

Se o número for diferente ou apresentar sinais de ter sido, de alguma forma, adulterado, pense duas, três vezes. Tal pode significar que o veículo esteve envolvido num acidente grave e teve de ser substituída a carroçaria. Ou pode ainda tratar-se de um automóvel roubado.

Não é só o chassis que tem número de série. Embora muitos não o saibam, os vidros também o têm. E exibem ainda a origem e o nome do fabricante. Se os dados nos vidros do automóvel divergirem, lá está, voltamos ao mesmo potencial problema. Significa que já foram substituídos. Ou seja, podem já ter sido quebrados, de forma acidental.

Não deixe de ver o veículo durante o dia. Se possível, num local bem iluminado, onde possa detetar se existem diferenças entre as cores de todos os painéis. Esta é uma forma infalível de verificar se o veículo já foi alvo de uma reparação, devido a um sinistro.

Tenha particular atenção às portas e aos para-choques. São pontos estratégicos para detetar reparações de pintura. Se esta parecer diferente, experimente dar ligeiras pancadas nesse local. Se o som for distinto, é provável que tenha sido utilizada massa plástica para corrigir a amolgadela.

Se encontrar um desnível das portas, do capot e da bagageira, redobre os cuidados. Se for o caso, ou se as portas não abrirem e/ou fecharem facilmente, é provável que o veículo tenha estado envolvido num acidente de alguma expressão. Dobradiças e hidráulicos que não sejam de origem são, também, suspeitos.

Assegure-se que as óticas são todas iguais e do mesmo fabricante. Quando um veículo sofre um acidente, é frequente trocar apenas o farol ou a ótica que ficou danificada. Luzes avariadas ou desalinhadas devem ser, igualmente, investigadas.

Se respeitou os restantes nove mandamentos, não falhe este último. Porventura, um dos mais importantes. Experimente o veículo, com calma, antes de comprar. Deverá fazê-lo dando particular atenção a folgas e eventuais ruídos, sobretudo aos provenientes das suspensões.

Se sentir a direção desalinhada, exija que seja corrigida antes de fechar o negócio. Se o ajuste for exagerado, mais uma vez, é um forte indício de que o veículo já tenha tido um acidente.

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