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“Depois da tempestade, vem a bonança. Isto e a necessidade de sermos exigentes!”

Não vale a pena voltar a falar da pandemia e das suas consequências. Infelizmente, estamos a navegar em águas agitadas e temos por missão principal mantermos os nossos barcos (mais ou menos) à tona.
Check-up Media Aldo Machado NEX Tyres

Factualmente, vivemos um período difícil, que apanhou o mundo (ocidental, em maior grau) totalmente desprevenido e “a braços” com o controlo de uma epidemia que, num ano, “dizimou” a nossa economia.

Em Portugal, vivíamos um período de recuperação económica lenta, mas progressiva, alicerçados no turismo que se tinha tornado a nossa tábua de salvação ante a última crise económica do início da década passada. Por vezes, temos a tendência de pensar que a saída da mesma poderá ter o percurso da anterior… mas penso que aí entra o otimismo possível e necessário que o título deste texto evidencia.

Esta crise económica afeta, inexoravelmente, a economia mundial. Este é o fator mais importante para que o pessimismo não nos tome de assalto! Se, entre 2010 e 2014, a nossa economia se encontrava sobreendividada (nada distinto de onde estamos atualmente) e lutávamos sozinhos (ou com países de pequena expressão a nível europeu, como a Grécia), neste momento, a retoma económica será promovida em conjunto com países fortíssimos a nível económico, o que é diametralmente oposto ao vivido há uns anos, em que fomos entregues “à nossa sorte”.

Com isto, quero dizer que viveremos situações análogas à crise anterior (desemprego, imparidades), mas cuja recuperação será apoiada por diversos países, aos quais interessa que a mesma seja compacta e com a pretensão de que se realize a velocidades idênticas. Sabemos que o turismo demorará a recuperar, tendo ele sido um fator gerador de emprego de enorme sucesso nos últimos anos, mas irá recuperar a partir de um nível bem superior ao início da retoma da crise anterior.

Pessoalmente, não acredito num 'novo normal' impulsionado por interesses mais ou menos claros. Acredito sim (e muito) nas pessoas, nos portugueses, em Portugal! O futuro está nas nossas mãos. Vamos dar tudo para que ele seja melhor!

Aldo Machado, Country Manager Portugal da NEX Tyres

A União Europeia já fez saber que os apoios para manutenção de empregos (vulgo lay-off) são para manter e que aposta nesta estratégia para que, aquando do final dos confinamentos e restrições à mobilidade, as empresas disponham das mesmas capacidades e know-how detidas anteriormente para que a retoma seja imediata.

Devemos acreditar positivamente no nosso espírito de reinvenção, que levou, em poucos anos, à transformação do nosso tecido empresarial e, inclusive, das nossas cidades com a aposta no turismo. Aplicando-o em cada uma das nossas atividades trará, seguramente, bons resultados, mas deixo para o final a segunda parte do nosso título: temos de ser exigentes!

Exigentes a todos os níveis! A começar por nós, pela nossa filosofia e pelos nossos princípios. Para exigirmos, temos de ser exigentes para connosco! Temos de ultrapassar a “nova máxima” de que “temos direitos”, passando a pensar em “temos deveres”. Alguns de nós tiveram a sorte de não serem atingidos pela doença e o privilégio de poder manter o seu posto de trabalho, algo que, infelizmente, não foi possível para muitos portugueses e europeus.

Por isso, o caminho é o de aproveitar essa oportunidade e dar o nosso máximo. Por nós, pelas nossas famílias, pelo nosso país, pelo nosso mundo! Pessoalmente, não acredito num “novo normal” impulsionado por interesses mais ou menos claros. Acredito sim (e muito) nas pessoas, nos portugueses, em Portugal! O futuro está nas nossas mãos. Vamos dar tudo para que ele seja melhor!

Ao Check-up e a todos, desejo muita saúde e muito sucesso profissional e pessoal.

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Café Mambo

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